






























Um elemento aerodinâmico indispensável para que qualquer aeronave (o aeromodelo é uma aeronave) mantenha seu vôo de forma estável e controlada é a estabilidade inerente e suas características. Os aeromodelos VCC (de vôo circular controlado ou "U-control") são talvez as únicas aeronaves que não seguem todas essas regras porque é óbvio que um aparelho que voa preso a cabos de controle tem um comportamento completamente diferente daqueles de vôo-livre ou radiocontrolados. Mas alguns itens são comuns a todas as aeronaves (e aeromodelos).
Qualquer aeromodelo cujos movimentos através do ar não está limitado por cabos de controle, estará livre para subir ou descer, girar de um lado para outro e mudar de direção para a esquerda ou direita; combinando e variando a intensidade destes três movimentos para realizar um número infinito de manobras. Uma aeronave realiza seus movimentos em torno de três diferentes eixos.
O primeiro é o eixo vertical em torno do qual a aeronave gira para mudar a direção do vôo. Este eixo direcional atravessa o avião perpendicularmente, passando através de um ponto imaginário chamado centro de gravidade ou, simplesmente, CG. Para estabilizar o aparelho em torno do seu eixo direcional é empregada uma superfície na cauda, também vertical, que conhecemos por deriva. Instalando-se um leme móvel nessa deriva, será possível comandar a guinada da aeronave, ou seja, poderemos mudar a direção de vôo no plano horizontal para a esquerda ou direita.
Um modelo de vôo-livre (lembre-se de que um aeromodelo de vôo-livre éaquele que voa por si próprio, sem qualquer interferência do aeromodelista) sem deriva teria poucas chances de manter a trajetória de vôo e, provavelmente, entraria facilmente em parafuso até o solo.
O CG pode ser localizado de forma exata suspendendo-se o aeromodelo por um barbante, etc., por um ponto qualquer como, por exemplo, o bordo-de-fuga da asa na altura da sua junção com o bordo marginal (curvatura da ponta-de-asa) . Com o modelo estático e utilizando um fio-de-prumo, estenda a linha direcionada pelo barbante e o prumo, com um lápis macio ou caneta hidrográfica, até pouco depois desta atravessar a fuselagem. Repita a operação, desta vez pendurando o aeromodelo por um outro ponto, que pode ser o bordo marginal do estabilizador. O CG estará na intercessão das duas linhas.
Como os aeromodelos VCC são assimétricos e geralmente têm um contrapeso na asa direita para compensar o peso dos cabos de controle, o CG deles estará localizado em um ponto fora da fuselagem sobre a asa direita. Já os aeromodelos de vôo livre e radiocontrolados deverão ter seus CG’s rigorosamente sobre o eixo da fuselagem. Este é um método preciso e complicado mas há um outro, bem mais simples, que pode ser praticado com precisão bastante razoável: Levante o aeromodelo pelas asas usando os dedos indicadores até equilibrá-lo na posição horizontal; o CG estará sobre a linha que une um dedo ao outro, passando pela fuselagem.
O segundo eixo atravessa a aeronave na direção de uma ponta-de-asa à outra, passando através do CG. O avião sobe ou desce em torno deste eixo chamado de eixo lateral. A superfície responsável pela sua estabilização é o estabilizador, horizontalmente instalado na cauda. Se instalarmos profundores no estabilizador, poderemos controlar a arfada do aeromodelo, isto é, poderemos fazê-lo picar ou cabrar (descer ou subir, respectivamente).
O terceiro e último eixo atravessa a aeronave do nariz à cauda, também passando pelo CG, e é conhecido por eixo longitudinal. O aparelho gira em tomo deste eixo como um churrasco no espeto. A estabilização deste eixo é obtida levantando-se as pontas das asas em relação à sua raiz ou centro, formando o que chamamos diedro. Mas se instalarmos ailerons nos bordos-de-fuga da asa poderemos controlar a rolagem do aeromodelo, ou seja, fazê-lo girar tanto no sentido horário como no anti-horário. Resumindo, os movimentos básicos de uma aeronave são três: Guinada, arfada e rolagem e são efetuados respectivamente em torno de três eixos imaginários existentes em todo avião: Eixo vertical, eixo lateral e eixo longitudinal.
Não se pode ver ou sentir esses eixos mas eles são fatores muito importantes, principalmente quando o aeromodelista, ao projetar seu aeromodelo, tem de enfrentar problemas como limitar a movimentação exagerada ou indesejável em tomo deles.
Quais as principais atitudes a serem tomadas para a obtenção dessa tão desejada estabilidade? Começando pelo eixo vertical, ele deverá utilizar um tamanho suficiente de deriva e, possivelmente, desviar horizontalmente a linha-de-tração do motor para alguma correção durante a fase motorizada do vôo. Um estabilizador de tamanho apropriado, possivelmente auxiliado por um desvio vertical da linha-de-tração corrigirá mergulhos e subidas indesejáveis em tomo do eixo lateral. Um apropriado diedro nas asas manterá o modelo estável em tomo do eixo longitudinal.
O diedro funciona de forma bem simples. Quando a trajetória da aeronave for perturbada (por uma rajada de vento lateral, por exemplo) ele faz com que a superfície alar (área da asa) projetada da semi-asa que abaixa fique maior do que a da semi-asa que se eleva. Em conseqüência, a semi-asa mais baixa passa a gerar mais sustentação que a outra, provocando uma rolagem no sentido inverso da inclinação. Quando as semi-asas estiverem novamente niveladas, suas sustentações voltam a ser iguais e o aparelho volta à sua atitude nivelada. O diedro também auxilia a guinada inclinando as asas para que o avião não "derrape" ao realizar uma curva, como faz uma bicicleta. Aviões VCC ou radiocontrolados de acrobacia, que necessitam ter características de vôo muito semelhantes quando voando normalmente ou de dorso (invertido) geralmente não utilizam diedro em suas asas. Nestes casos, os cabos de controle ou os ailerons ficam responsáveis pela estabilização da aeronave em tomo do seu eixo longitudinal.
O CG do avião também produz um profundo efeito sobre a estabilidade do vôo. Se a aeronave está mais pesada de um lado, ela tenderá a guinar para o seu lado mais pesado. A estabilidade de um modelo VCC pode ser corrigida simplesmente adicionando-se peso à asa externa ao círculo de vôo, o que faz também aumentar a força que mantém os cabos de controle esticados.
De maneira geral, todo esforço deverá ser feito para que um aeromodelo de vôo-livre ou radiocontrolado não fique mais pesado de um lado. Para isso, equilibre lateralmente o aparelho segurando-o com os dedos pelo nariz e pela cauda (em aeromodelos maiores, será necessário um ajudante para isso), adicionando peso no lado mais leve ou aliviando o mais pesado.
O CG é o ponto onde os eixos vertical, lateral e longitudinal da aeronave se cruzam. É também o ponto em torno do qual o avião realiza todos seus movimentos enquanto está voando. Conseqüentemente, o CG exerce importante influência na estabilidade inerente do aparelho. Um avião, para ser estável, deverá ter obrigatoriamente o seu CG a frente do centro de pressão ou CP da asa. CP é o ponto imaginário por onde a asa exerce sua força de sustentação e que se move para frente ou para trás na proporção que aumenta ou diminui o ângulo de ataque da asa.
Um aparelho real, seja uma aeronave de passageiros ou um avião militar de treinamento, deve ser projetado para voar de forma mais estável possível e, por isso, tem seus CG’s localizados bem para frente do CP. Já um avião acrobático ou um caça militar tem o CG mais próximo ao CP. Há uma particularidade nos aviões de combate da última geração: Eles têm o seu CG atrás do CG. Isto torna o avião completamente instável ao ponto de apenas poderem ser controlados através de "caixas pretas"(computadores).
Essa característica faz com que possam assumir características de vôo peculiares como manter uma trajetória reta de vôo com o nariz do avião apontado para um ponto fora desta trajetória. Isto permite uma melhor pontaria das metralhadoras e canhões. Um jornalista inglês disse que pilotar um avião desses sem o auxílio do computador seria como estar sentado em um capô de uma automóvel rodando a 100 km/h, tentando manter uma bicicleta em trajetória reta segurando-a pelo guidão. A bicicleta, neste caso, estaria rodando de marcha a ré.
O mesmo acontece com os aeromodelos de treinamento e acrobáticos. Quanto mais para trás se desloca o CG de um modelo VCC ou radiocontrolado, mais sensível fica o comando da arfada, até o ponto a partir do qual o modelo fica incontrolável. Se o aeromodelo for construído a partir de um "kit", a localização correta do CG deverá estar assinalada na planta. Se for um projeto original, com estabilizador não sustentável e com área de 30% a 40% da superfície alar, comece por localizá-lo a um-terço da corda da asa, a partir do bordo-de-ataque e finalize o seu posicionamento através de testes de vôo. Aeromodelos de vôo-livre são a exceção à essa regra. Como seus estabilizadores são desenhados para produzirem sustentação junto com as asas, seus CG’s são deslocados para trás. Aparelhos chamados não-convencionais, como os canards e as asas-deita (ou asasvoadoras) têm seus CG’s localizados de forma bem peculiar (veja a ilustração). Para os canards utiliza-se um artifício utilizando-se falsos vetores que representam as grandezas das superfícies das asas e do estabilizador, aplicados sobre a vista de topo do aparelho. Na ilustração, a divisão por 20 das grandezas das superfícies é aleatória e tem por finalidade definir a proporcionalidade dos comprimentos dos vetores. As asas-delta têm seus CG’s localizados na projeção, sobre o eixo longitudinal, da interseção da linha imaginária que se desenvolve ao longo da envergadura, começando entre 15% a 20% da corda da raiz e prolongando-se até a ponta-de-asa, com a linha que representa a corda média da asa. Essas localizações de CG’s de aparelhos não-convencionais são apenas teóricas e servem de ponto de partida para a localização definitiva através de testes de vôo.
Pose-se alterar o CG de um aeromodelo simplesmente adicionando-se peso (pedaços de chumbo ou fio de solda) nos extremos máximos da fuselagem, isto é, no nariz ou na cauda. Pode-se também, por exemplo, utilizar um spinner (ogiva sobre o cubo da hélice) mais pesado ou colocar uma roda de bequilha mais pesada na cauda (se o modelo for dotado de trem-de-pouso convencional). Se o modelo for radiocontrolado, pode-se melhor posicionar o CG apenas mudando a localização do receptor, servos e, principalmente, da bateria que é o elemento mais pesado do sistema.. Alguns planadores ou modelos com motor a elástico mais simples podem ser regulados deslocando-se a posição das asas para frente ou para trás, prática impossível em modelos mais complexos.
Os aeromodelos VCC merecem um parágrafo especial por causa das suas características, bastante diferentes daquelas dos aeromodelos de vôo-livre ou radiocontrolados. Como qualquer avião, o aeromodelo VCC tem os três eixos (vertical, lateral e longitudinal) mas, entretanto, os cabos que mantêm o modelo cativo, limitam a trajetória do vôo a um círculo em volta do piloto, obstruindo qualquer possibilidade de controle sobre a guinada e a rolagem. Os cabos impedem que o aeromodelo ultrapasse os limites do círculo de vôo e, assim, substituem a função do leme. A prova disso é que os modelos VCC de velocidade não têm deriva. Essa superfície é suprimida para diminuir o arrasto.
Mas, apesar disso, os modelos VCC esportivos e de acrobacia têm deriva e sua principal finalidade (deixando de lado a estética) é assegurar que o modelo tenha sempre a tendência para guinar para fora do círculo de vôo, assim esticando os cabos de controle.
Algumas derivas têm leme permanentemente fletido para a direita e outras são completamente fletidas, ou seja, têm seus bordos-de-fuga deslocados para a direita em relação ao eixo longitudinal da fuselagem. Essas deflexões têm o mesmo efeito estando o aeromodelo em vôo normal ou invertido.
O projetista de um aeromodelo VCC também não precisa esquentar a cabeça com o eixo longitudinal do ser modelo. Os cabos de controle, em um sistema "U-control", estão presos a um balancim no centro da fuselagem e na raiz das asas e se estendem em direção ao piloto através de tubos-guia localizados na ponta da asa interna ao círculo de vôo.
Os cabos não permitem um desnivelamento exagerado das asas, o que leva a deduzir que, quanto mais eles estiverem esticados, mais estável estará o aeromodelo. Os cabos também tornam o diedro inefectivo.
Um aeromodelo VCC pode ser ou não provido de diedro que não fará diferença alguma. Mas esse mesmo projetista terá de se preocupar, e muito, com o comportamento do aeromodelo em torno do seu eixo lateral. O tamanho do estabilizador não é muito crítico, o mesmo não acontecendo com o tamanho dos profundores, que são comandados através dos cabos de controle e da manete na mão do piloto. Ao comandar os profundores, o piloto pode modificar a trajetória do aeromodelo, fazendo-o picar ou cabrar e, assim, realizar bonitas e arrojadas acrobacias.
O único requisito necessário para que um modelo VCC seja eficiente é que seja sempre capaz de sustentar o vôo nivelado em trajetória estável e mantendo os cabos de controle esticados, o que toma a correta localização do seu CG um fator muito importante.
Entretanto, se a estabilidade não é tão problemática nos aeromodelos VCC, ela é um dos baluartes do desempenho de aeromodelos de vôo-livre (não-controlados). O CG é o ponto imaginário prelo qual a força da gravidade exerce sua atração sobre a estrutura da aeronave mas, como já citamos anterionnente, existe também o CP que é o ponto, também imaginário, por onde as asas exercem sua força de sustentação, que se contrapõe à força da gravidade.
O CP é um ponto móvel que se move para frente na proporção que aumenta o ângulo de ataque da asa e vice-versa. Esse deslocamento é medido em porcentagem do comprimento da corda da asa (vide ilustração).
Conseqüentemente, é fácil deduzir que asas com grande alongamento, isto é, com grande envergadura e corda estreita proporcionam pequenos deslocamentos do CP.
Uma vez que o deslocamento do CP na direção do CG causa uma tendência para levantar o nariz do avião até deteriorar sua estabilidade, é importante ter em mente diminuir ao máximo a movimentação do CP com a variação do ângulo de ataque da asa.
Uma asa sozinha é por demais instável para sustentar vôo por si própria. A explicação técnica para isto é que o CP se desloca para trás quando o ângulo de ataque diminui. O deslocamento do CP também aumenta de acordo com a espessura do perfil; da asa. Perfís espessos, de alta sustentação, apresentam um deslocamento do CP bem maior. Geralmente, a um ângulo de ataque igual a zero, o CP se localiza entre 40% e 50% do comprimento da corda, a partir do bordo-de-ataque. Como o CG não se movimenta e o CP se move de acordo com o ângulo de ataque, torna fácil deduzir que, quando um estiver mais afastado do outro, aumentará a força binária (conjunto de forças afastadas entre si que exercem um movimento de rotação em um determinado corpo) que faz com que gire em tomo do seu eixo lateral, o que torna necessária uma outra força que anule o efeito deste binário.
Esta força é provida pelo estabilizador que, não só mantém as asas no seu devido ângulo de ataque como também faz com que ela retome a este ângulo quando a aeronave muda de trajetória no plano vertical (para cima ou para baixo). A área, perfil, formato e ângulo de ataque ou incidência do estabilizador, bem como seu posicionamento na fuselagem, varia de acordo com cada projeto. Sua área (ou superfície), por exemplo, deverá ser maior quanto menor for momento de cauda, que é a distância entre ele e as asas ("momento" é a distância de um determinado ponto onde é exercida uma força, a outro ponto qualquer, como uma alavanca). A área deverá ser menor se o momento de cauda for maior.
É necessário conhecer as regras elementares de aerodinâmica antes de iniciar o projeto de um aeromodelo ou mesmo construir um "kit". Essencialmente, uma aeronave voa quando sua asa é impulsionada através do ar, o que faz com que ela crie uma força de baixo para cima chamada sustentação. Além das asas, o aparelho tem superfícies estabilizadoras na cauda que consistem de leme no plano vertical e estabilizador no plano horizontal que exercem forças continuas para manter a trajetória do vôo, como as penas na cauda de uma flecha. Há também o motor que gira a hélice que penetra no ar desenvolvendo uma tração suficiente para vencer a força do arrasto, que é a resistência criada pelo avanço da aeronave através da densa camada gasosa da atmosfera. Um planador não tem motor e, por isso, ele voa graças a uma massa de lastro colocada em seu nariz que faz com que a força da gravidade substitua o motor.
A sustentação é gerada por dois fatores: o formato do perfil e o ângulo de ataque (inclinação ou ajuste angular) da asa que deverá ser positivo, isto é, o bordo-de-ataque mais elevado que o bordo-de-fuga, como o ajuste de uma pipa (papagaio, pandorga, quadrado, etc.) que mantém-se no ar devido ao seu elevado ângulo de ataque em relação à direção do vento. Na asa, grande parte da sustentação é obtida pelo formato do perfil mas inclinando-se positivamente a asa em relação ao fluxo de ar, aumenta-se seta sustentação, porém com uma penalidade: o arrasto também aumenta até um ponto que, pelo excesso de ângulo de ataque, a sustentação se degenera produzindo uma situação que denominamos estol.
Pode-se então afirmar que um setor entre 2 e 6 graus positivos é a melhor faixa para se posicionar o ângulo de ataque da asa de um aeromodelo. Uma asa de um planador primário (bem simples), feita de uma chapa de balsa, isto é, sem qualquer abaulamento em seu perfil, necessita de um pequeno ângulo positivo para gerar sustentação (como a pipa), o mesmo acontecendo com os perfis simétricos dos avançados modelos de acrobacia, tanto de VCC como radiocontrolados.
Como foi explicado no artigo "Teoria do Vôo" (Brasil Modelismo n.0 7, pág. 10), a sustentação é criada pelo perfil. Aproximadamente, o extradorso de uma asa produz dois-terços do total da força de sustentação ficando o outro terço por conta do intradorso quando o conjunto está posicionado em um ângulo de ataque correto. Os perfis variam muito quanto às suas formas; todos são convexos na parte de cima mas alguns são chatos, côncavos ou apresentam uma curvatura reversa na parte de baixo. Outros são completamente chatos em cima e em baixo e não apresentam nenhuma curvatura. Falando-se de forma genérica, quanto mais espesso for o perfil, maior será a sustentação e o arrasto por ele gerados; quanto mais delgado, menor a sustentação e o arrasto, o que predispõe a uma maior velocidade. Por causa disso é que os aviões cargueiros e bombardeiros têm perfis espessos e aeronaves de corrida e caças militares têm asas com perfil delgado.
A mesma regra se aplica aos aeromodelos. Um modelo lento e de alta sustentação, como os radiocontrolados, quase sempre utilizam perfis espessos. Planadores lançados a mão, em sua maioria, empregam perfis chatos, são muito leves e precisam voar bem rápido após o lançamento para ganharem altura rapidamente. O perfil da asa de um aeromodelo deve ser escolhido cuidadosamente, de acordo com o tipo, categoria e modalidade do aparelho. A chave do problema da seleção de um perfil está no que chamamos de relação sustentação/arrasto que nada mais é que a relação entre a quantidade de sustentação e a quantidade de arrasto gerados por uma determinada área de asa a um dado ângulo de ataque.
Esse número é geralmente obtido através de testes em túneis de vento. Naturalmente, o perfil que apresentar maior relação sustentação-arrasto (20:1, por exemplo) deve ser selecionado. Por sorte não é preciso pesquisar em túneis de vento para selecionar o perfil de um aeromodelo. Isso já foi feito é apresentado através de gráficos. Entretanto, existem centenas (ou até milhares) de perfis à disposição para seleção e a sua escolha deverá ser feita através de tentativas e experiências. Aliás, é assim que o aeromodelista projeta aeromodelos cada vez melhores!
É tentando, insistindo, observando resultados, tentando de novo... Paciência é a melhor das virtudes de um bom praticante. Revistas e livros especializados publicam tabelas e gráficos que ajudam a escolher o perfil ideal. Nessas publicações são plotadas curvas que indicam os coeficientes de sustentação conforme o ângulo de ataque. Os gráficos também indicam o arrasto, a relação sustentação/arrasto e são acompanhados de uma tabela de coordenadas para serem utilizadas no desenho do perfil. Se o aeromodelista pretende projetar um modelo de velocidade ele deverá selecionar um perfil que apresente arrasto mínimo em ângulos de ataque bem próximos a zero graus. A velocidade produzirá uma boa sustentação mantendo também boa a relação sustentação-arrasto. Um aeromodelo de vôo-livre necessitará de uma alta relação sustentação-arrasto aliada a um perfeito ajuste do ângulo de ataque para obtenção da tão desejada eficiência.
Mas ainda há um outro fator que dá para "esquentar a cabeça" de qualquer aeromodelista. Trata-se do efeito escala, do qual falaremos mais especificamente na segunda parte deste artigo. Alguns perfis que parecem ser o que melhor existe quando utilizados em aviões reais mudam de características quando aplicados em aeromodelos.
Quanto menor for o aeromodelo, mais sensíveis serão as mudanças. Mas existem alguns perfis que já comprovaram ser eficientes mesmo em asas de pequenas cordas e, por isso, são bastante conhecidos pelos aeromodelistas e alguns deles estão aqui ilustrados.
Um dos perfis mais conhecidos é o Clark-Y Ele é ótimo para aeromodelos mas apresenta algumas limitações quando empregado em aviões de grande porte (aqui o efeito escala beneficiou o modelo). A sua espessura é moderada e não compromete a sustentação, o que faz dele o favorito para aeromodelos de vôo-livre ou aparelhos radiocontrolados para treinamento. Perfis côncavo-convexos com curvatura reversa no intradorso, como o NACA 6409, o RAF 32, o Eiffel 400 e o NACA 4612 são excelentes para aparelhos de vôo-livre, planadores ou motorizados. Perfis simétricos como o NACA 2415 e outros são largamente empregados em aeromodelos acrobáticos VCC ou radiocontrolados. Os delicados modelos para interiores têm um perfil tão delgado que só o extradorso é plotado e, para finalizar, os modelos de velocidade devem empregar perfis simétricos ou semi-simétricos bem delgados.
A evolução dos microcomputadores veio beneficiar os aeromodelistas; hoje em dia pode-se adquirir programas ("softers") que não só auxiliam o desenho de perfis como também auxiliam no projeto estrutural da asa.
Os regulamentos que regem as competições de vôo-livre motorizado, como o Power-F.A.I., especificam uma determinada área máxima de asa, limitam a cilindrada do motor e determinam o tempo máximo que o aeromodelo deve voar sob a potência do motor. Modelos atuais de competição tendem a ganhar altura quase que verticalmente impulsionados por motores superpotentes e, depois, devem voltar ao solo em vôo planado. Uma vez que perfis espessos causam arrasto suficiente para retardar a subida motorizada, as asas desses modelos estão se tomando cada vez mais delgadas. Muitos projetos bem sucedidos empregam perfis plano-convexos mais afilados que o Clark-Y em vez dos côncavos-convexos porque, apesar destes últimos tecnicamente apresentarem melhores resultados de planeio, eles são sujeitos às deformações no intradorso causadas pela entelagem (cobertura da célula do aeromodelo por papel, tecido ou plástico esticado sobre a estrutura) que cria depressões e outras imperfeições sobre as nervuras, longarinas, etc. que deformam o desenho do perfil. As nicas asas que mantém perfeitos os contornos do perfil em toda a extensão da envergadura são aquelas totalmente chapeadas com balsa, o que as toma mais pesadas do que as enteladas.
Aeromodelos radiocontrolados geralmente empregam perfis plano-convexos (como o Clark-Y, para treinamento), semi-simétricos (transição para acrobacia ou escala) e simétricos (acrobacia ou velocidade). Os perfis simétricos são também utilizados em quase a totalidade dos aeromodelos VCC onde podem ser espessos em modelos que vão dos treinadores aos altamente acrobáticos ou delgados em modelos de velocidade. Uma alternativa mais simples do que aquela de sair selecionando perfis através de tabelas e gráficos seria consultar projetos semelhantes publicados em revistas especializadas ou copiando da planta de um "kit" de modelo similar. Mas, de qualquer forma, procure familiarizar-se com a nomenclatura dos perfis e procure entender o processo para desenhá-los a partir de uma tabela de coordenadas.
A quantidade de sustentação produzida por uma asa é afetada pelo seu formato e pelo seu alongamento que é a relação entre seu comprimento (ou envergadura) e a sua largura (ou corda). Calcula-se o alongamento dividindo-se a envergadura pela corda média. Por exemplo, uma asa com 98cm de envergadura e 18cm de corda média teria um alongamento igual a 6:1 (98÷18= 6). Os formatos poderão ser vários (veja a ilustração) mas os mais comuns são os retangulares, trapezoidais, elípticos (ou parabólicos que são muito semelhantes) ou combinações destes três. Teoricamente, nos aeromodelos, devido ao efeito escala, as asas elípticas são consideradas as mais eficientes seguidas pelas trapezoidais. Na prática, como em várias categorias e modalidades há modelos vencedores que utilizam asas com formato retangular não se sabe se vale realmente a pena plotar e cortar nervuras para asas elípticas ou trapezoidais.
Entretanto, o alongamento é mais determinante que o formato. Maiores alongamentos realmente aumentam a eficiência das asas de aviões reais e aeromodelos porque quanto menor for a corda, menor será o arrasto induzido (resistência produzida pelo movimento da aeronave através do ar). Ao cortar a atmosfera a asa causa perturbações no ar ao seu redor. Uma maneira simples de visualizar o aumento de arrasto induzido em proporção ao crescimento da corda é imaginarmos um círculo tendo como raio a largura da corda. A área do círculo represente a quantidade de arrasto induzido. Observe na ilustração como cresce o arrasto quando a corda é dobrada de largura. Planadores de alto desempenho apresentam asas com grandes alongamentos, algumas vezes excedendo à20:1. Por razões estruturais aviões de carga ou bombardeiros quase nunca ultrapassam a relação 20:1. Aeronaves de corrida ou caças militares geralmente têm asas com 6:1. Conforme suas categorias e modalidades, os aeromodelos apresentam variações típicas nos alongamentos de suas asas (vide ilustração).
Vimos que a sustentação é gerada pelo perfil que causa um vácuo parcial no extradorso da asa ao atravessar a atmosfera em velocidade suficiente. O ar, com mais pressão no intradorso, empurra a asa para cima como se esta fosse um pistão dentro de um cilindro. Mas nas pontas o diferencial de pressão faz com que o ar em baixo flua rapidamente para cima contornando o bordo marginal (ponta da asa).
Como a asa está em movimento para a frente, o ar não passa para o extra-dorso e sim vai ficando para trás criando um movimento circular que causa um redemoinho que chamamos de vórtice. Esta perda de energia é uma grande causadora do arrasto induzido e a forma de minimizá-lo é justamente diminuir a corda nas pontas.
Este é um dos motivos porque as asas elípticas são mais eficientes que as outras. Outra maneira de reduzir o vórtice éa incorporação de winglets que são pequenas superficies verticais instaladas nas pontas das asas mas este é um recurso cuja eficiência ainda não está definitivamente comprovada em aeromodelos.
Há também o arrasto parasita produzido por componentes da aeronave expostos ao fluxo de ar como rodas, montantes, cabeças de rebites, etc.
Faz parte do arrasto parasita o atrito com o ar causado pela fricção do ar atmosférico com a superfície do avião. Isso explica a utilização de filetes e carenagens formando curvas elaboradas para melhorar as características aerodinâmicas do aparelho e conseqüentemente reduzir o arrasto parasita.
Roda em Windows 95, 98, NT, 2000, Millenium, XP, 2003
Fonte:superdownloads
Você pode até não ligar muito pra isso mas isso pode ser algo muito perigoso.
Eles podem ser robôs assassinos radioativos vindo do espaço para dominar a terra e camuflados de meros seres cidadãos humanos. Quando você menos espera, ele crau e você já era (onde crau pode ser entendido como qualquer coisa).
Ou pior, você pode se apaixonar por uma amiga, declarar seu amor para ela e em seguida ela le revela que na verdade é ela é um robô (e assassina e radioativa e vinda do espaço)! É meus amigos, como Nazareth disse sabiamente, Love Hurts. Aliás, se você ler esse post sem escutar essa música você não esta fazendo tudo errado.
Mas a internets, na sua infinita sabedoria, bolou um plano para separar os humanos de robôs e quer pode facilmente ser adaptado para testar amigos. São os (malditos) captchas, uma acrônimo em inglês para Teste de Turing Público Completamente Automatizado para Diferenciar Computadore e Humanos. Isso nada mais é do que as famosas letrinhas que você fica escrevendo para pode ter acesso a certos serviços que poderiam ser usados para spam por robôs.
Visite minha seção de tirinhas para ver outros desenhos.
Passo 1: Para você saber se um amigo seu é um robô você vai precisar de alguns pincéis coloridos e uma placa em branco. Escreva na placa uma palavra, nem muito curta nem muito longa, uma que a maioria das pessoas normais poderia ler. Escreva também com várias cores letras espalhadas pelo quadro, de modo a dificultar a leitura da placa.
Passo 2: Tente ler a placa. Se você não conseguir ler a placa uma das coisas aconteceu:
Se você conseguiu ler sua própria placa, vá para o passo 3.
O pior pesadelo de todo robô!
Passo 3: Mostre sua placa para um amigo que você deseja testar. Peça para ele dizer o que está escrito. Fique muito atento a reação dele pois isso é o que vai determinar o resultado do teste. Podem acontecer três coisas:
Este tutorial de desbloqueio do iPhone encontrei no “De Graça É Mais Gostoso“.No arquivo disponibilizado para download tem todos os programas necessários, é simples (eu acho). Eu também não testei por falta de um iPhone Não me responsabilizo por nada que venha acontecer.
Tutorial Desbloqueio do iPhone - Download RapidShare
Tutorial Desbloqueio do iPhone - Download EasyShare
Foi liberado pelo “iPhone Dev Team” uma versão do AnySIM que é compatível com iPhones rodando software/firmware 1.1.1. De acordo com o anúncio feito pelo netkas, este software foi testado com os dois 1.0.2 e 1.1.1 firmwares. O AnySIM oferece uma solução grátis para desbloqueio do iPhone e aparentemente, se eu não estou errado, este software NÃO conserta os problemas de baseband das versões anteriores. Veja uma nota do iPhone Dev Team:
“Este software somente funciona com iPhone VIRGENS 1.0.2 ou 1.1.1. Estamos trabalhando para tentar re-virginizar os telefones. NÃO USE ESTE SOFTWARE SE VOCÊ POR UM ACASO JÁ USOU O ANYSIM 1.0 ANTERIORMENTE.”
Em outras palavras, se você desbloqueou o iPhone enquanto estava usando o software/firmware 1.0.2, não use esta versão do AnySIM 1.1. Esta versão somente pode ser usada para iPhone novos com firmware/ software 1.1.1 ou iPhones que foram feitos o upgrade de 1.0.2 para 1.1.1 mas nunca desbloqueados.
Tenha atenção que como o AnySIM funciona, ele desliga o WiFi até que você reinicie. Não desbloqueie a versão 1.0.2 e depois faça o update para 1.1.1. Fazendo o update de um iPhone desbloqueado 1.0.2 para 1.1.1 irá rebloquear seu aparelho novamente.
Sempre é bom lembrar: que mesmo que este software seja testado para evitar danos - ele não danifica o NVRAM/seczone - assim como o software é muito novo e ainda tem muito a ser testado. Por isso fica de sua responsabilidade fazer qualquer modificação em seu iPhone.
Uma dica: O iPhone Dev Team diz que se você receber uma mensagem “failed to unlock” na 1.0.2, você provavelmente ainda está desbloqueado. Reinicie e tente novamente.
Links úteis:
iPhone anySIM 1.1
Por favor faça o download do arquivo aqui.
iPhone JailBreak 1.1.1
Por favor faça o download do arquivo aqui.
anySIM 1.1 Mac OS X
Por favor faça o download do arquivo aqui
Há um certo tempo tem sido tentado desbloquear o iPhone. O TurboSim, um chip que emula um chip da AT&T, enganando o iPhone para que ele libere o uso para outras operadoras via chip.
Mas nesta Segunda feira, dia 10 de setembro de 2007, será lançado o iPhoneSIMfree, um programa, isso mesmo, um software que irá desbloquear o iPhone remotamente, sem necessitar de um chip para fazer o serviço sujo.
O mais absurdo de tudo é que os criadores do iPhoneSIMfree vão utilizar seu IME (código único que identifica seu celular no mundo. Acho que todos celulares tem isso) para saber se você pagou ou não a pirateada. Se você não pagou, não será liberado o acesso! Ou seja, estão validando até a pirataria!!! Não é só no Brasil que acontecem absurdos.Para desbloquear seu iPhone, caso você pretenda comprar, você terá que visitar o site desse produto, clicando aqui.
Existe até um FAQ (Dúvidades Frequentes) sobre como funcionará o iPhoneSIMFree. Copiei e colei em inglês para quem quiser ler.
1. Would all the same features still work?
Yes. Except for Visual Voice mail (which is an exclusive AT&T feature), all features currently available on locked phones will be available on unlocked phones. *
2. Is it resistant to updates?
While we have taken all possible measures to ensure that the phone will remain unlocked, we can only guarantee the current released versions of updates (up to and including 1.0.2). With any of these versions, even if the phone is fully restored, the phone will remain unlocked.
3. If I restore my phone will the software still work?
Yes (confirmed up to version 1.02)
4. Is it completely unlocked for voice and data use with any alternative carrier?
We have tested both voice and data extensively in multiple countries, using various different carriers and have found no problems. **
5. Do you still need itunes to activate the phone?
Activating your phone with itunes is not the only method available for activation. In order to use our software you will need to activate your phone through the means of your choice (see question 11)
6. Will the unlock work on phones that have been activated?
Yes, an activated phone is required for our software to work. (see question 5 above)
7. Can I unlock it before the AT&T registration process?
Yes
8. Does it work with 1.02 update?
Yes
9. Will it work on my network?
If your network supports a standard GSM sim
10. What is the process the end user will go through?
Currently our initial release will require that the end user activate and “jail break” in order to place our app on the phone. (We are working toward a fully automated pc/mac application to be released shortly after launch)
11. Is it easy to install?
Unlike other methods currently available, our software is by far the simplest and quickest to install and set up.
12. How many iphones can I unlock with one license?
One
13. When can I get it?
We are hoping to release in the next 48-72 hours
14. How much is it?
We are currently working on various pricing structures which will be announced in due course.
15. Payment method?
We are working to offer as many different methods as possible
16. Do you offer 100% money back guarantee if the software does not work?
The unlock WILL work. We cannot offer any guarantee should Apple Inc. choose to re-lock the phone after a future update.
17. How do you deliver the software?
The software will be made available for download once a registered user has made their payment.
* = youtube may require some specific activation.
** = iphone software update 1.0.2 is required to enter the correct provider details for data usage.
Video
Yes thats right, we have an unlocked iPhone. The hardware is only used to unlock the iPhone, and can be removed after it's unlocked. Thanks to gray, iProof, geohot, dinopio, lazyc0der, and an anonymous contributor for making this possible. Thanks also to everyone who donated and stuck with us in #iphone.unlock. Our group has agreed to release the method in one week. The current method involves taking apart your phone and doing some complicated soldering, with a high probablity of a bricked phone. Although after the phone is unlocked all the hardware can be removed. We hope to find a software unlock very soon. So in one week exactly from this blog post(thats less than the time it takes to ship a turbosim) we will release simple step by step instructions for unlocking, probably not even involving hardware. Sorry about the wait, but I assure you it will be worth it.
Welcome to the final countdown. I am leaving for college Saturday, and have been busy lately with getting everything ready. And once I am there, I really won't have much time to work on the iPhone. But I don't want to leave being the only person with an unlocked iPhone :) So we have decided to release the hardware unlock. The hardware required is decently simple, and most people who have modded a game system have the soldering ability required to do it. This has been a great adventure, the "summer of the iPhone", and I finally achieved my goal of getting my phone working on T-Mobile. So its about time everyone else can do this too.
Here is the release plan. Last night, I went to the Apple store, and purchased a brand new 4GB iPhone. At 8AM EST sharp, I will begin unlocking a NIB iPhone step by step on the blog along with everyone who wants to come along. I'll be answering any questions on #iphone.unlock @ undernet. I'll be doing the hardware part first, so you can wait to see if you think the hardware is too complicated before diving in and taking apart the phone. But it really is only a wire that needs to be soldered. So see you all at 8 AM EST.
--First, an iPhone. Of the sshed and jailbroken variety. Also, kill commcenter by moving the LaunchDaemon plist out of the directory.
--Some trusty case opener tools(read: guitar picks) Read one of the many tutorials available online for taking apart your phone.
--A soldering iron. This should've cost you more than $10.
--Fine pitch wire. I used magnet wire salvaged from a little motor.
--An unlock switch. The bigger and more badass, the better. Or if you are cheap, wire cutters :-)
--A red bull. This requires concentration, something I don't have without Red Bull.
This method is very similar to the method used to unlock the Siemens phones with the S-Gold2 chipset. The S-Gold2 has a bootrom which allows you to download a bit of unsigned code. This code is run if certain flash addresses are blank. Using a little hardware trick, which I'll explain later, we make them appear blank. Then once we have unsigned code running on the baseband, we can download a modified firmware, with the unlock patched in, to the nor flash. The signature checks only cover this region while it is being downloaded the first time. Once the code is on the NOR we can do whatever we want. So patch out the PN lock; Voila, unlocked iPhone.
First, I would like to say thanks again to gray, iProof, dinopio, lazyc0der, anonymous, the dev team, nightwatch, and everyone who donated. Without them, there would be no unlock today, and I surely wouldn't be up at 8AM.
Second, you may brick your iPhone using this tutorial. YOU ARE WARNED.
Okay on to the actual step. Remove the black part, the three screws, and the aluminum case. Disconnect the wire connecting the phone to the case. Do not remove anything else. Comment on these posts if you are with me so far. Once we get a good number of comments I'll move on.
Also remove the metal cover over the comm board. This is all the disassembly you have to do. If you feel like being safe, desolder the battery red lead. I didn't :)

The red line is covering the A17 trace. In order to trick the chip into thinking the flash is erased in the correct section, you will need to pull this high. Scrape away at the trace with something like a multimeter probe. Then solder a very thin wire to it. Be very careful. Only scrape away at that solder mask above that one trace. YOU DO NOT WANT TO BREAK THE TRACE. This is the hardest step in the whole process; the rest is cake. Also solder a wire to the 1.8v line. Connect to wire coming from the trace and the wire coming from the 1.8v to your unlock switch. Be careful, you only get one chance to do this right. Thanks again to Nick Chernyy for the picture.
Hopefully yours will look like this.
You can do it. I believe in you.
Ok, time to test what you just soldered. First use the continuity check on a multimeter to make sure the wires aren't shorting to ground or to each other. Make sure your switch is in the off position. Power up your iPhone. Hopefully it didn't smoke :) Now go into minicom to tty.baseband and send a few commands, AT a few times will do. It should respond OK. Now flip your switch, the baseband should stop responding. Even when you flip it back, the baseband still shouldn't respond. Be sure your switch is off, then open another ssh and run "bbupdater -v" You can get bbupdater off the ramdisk. This should reset the baseband, and minicom should start working again. If it did this, your soldering is most likely good, and you are ready to actually start unlocking your phone!!!
If it passed the checks in step 4, congratulate yourself. You are a pro solderer. Go eat lunch. If not, don't worry yet. I must've thought I bricked my phone 100 times. First of all, to power up your phone you don't need to reconnect the case with the power button. Just connect it with USB, it'll power itself up. Secondly, don't waste time compiling minicom. Download the binary here, and termcap here.
Now, with the switch off, your baseband should be working perfectly. Here you should take a NOR dump of your phone. The dev team's NORDumper is a great way to do this. This is good to have in case something goes wrong. You can extract the firmware from this as well, which we'll get to later.
So here is the first tool release, iEraser. This erases the current firmware on your modem. Don't worry, you can always put it back with bbupdater. Here how the bootrom check works; it reads from 0xA0000030 0xA000A5A0 0xA0015C58 0xA0017370 and all these addresses must read as blank, or 0xFFFFFFFF. When you erase flash, it becoms 0xFFFFFFFF. But you can't erase those locations, because they are in the bootloader. So thats where the testpoint comes in. Pulling A17 high hardware OR's the address bus with 0x00040000(offset one because data bus is 16 bit) So the bootrom instead checks locations 0xA0040030 0xA004A5A0 0xA0045C58 0xA0047370, which are in the main firmware and can be erased. Pretty genius :)
To use this tool, you need the secpack from your modems version. The erase of this section is protected. Check the modem version in Settings->About. It'll either be 3.12(1.0) or 3.14(1.0.1 and 1.0.2). You need the ramdisk which cooresponds to your version. Then go into "/usr/local/standalone/firmware" and get the ICE*.fls file. Extract 0x1a4-0x9a4 and save it in a file called secpack and place it in the same directory as the ieraser tool. Run ieraser. This should erase the modem firmware and leave you one more step on your way to unlocking.
Now its time to patch the firmware. Thanks to gray for finding these patches, this required some very complicated reversing. First, you need to extract the firmware from your nor dump. The range you need is 0x20000-0x304000. Save this file as "nor". The patches you need to apply are as follows. These are offsets from the begininning of the file to saved as "nor". Choose your version, and patch.
3.12: (213740): 04 00 a0 e1 -> 00 00 a0 e3
3.14: (215148): 04 00 a0 e1 -> 00 00 a0 e3
Resave the file nor, you'll need it soon...
minicom into /dev/tty.baseband. If you already used up your attempt counter, the phone should already be unlocked. If not just run 'AT+CLCK="PN",0,"00000000". That will unlock the phone for sure. Run 'AT+CLCK="PN",2'. It should finally return 0!!!
Your phone is now unlocked. Exit minicom and copy the CommCenter plist back to its place. Reboot. iASign. And enjoy your unlocked iPhone.
Na integra aqui!
O toolkit software para desbloquear o iPhone é bastante confiável, rápido e fácil de usar. Somente basta clicar no botão ‘Unlock iPhone’, e o processo será completo AUTOMATICAMENTE em poucos segundos. Após o desbloqueio você terá em suas mãos um iPhone desbloqueado, onde você pode ver filmes e tocar músicas mp3 (o melhor ipod já produzido), e também você pode usar o nevegador (Wi-Fi). Na próxima semana será irei descrever como desbloquear usando um SIM-card.
Licença: 100% GRÁTIS;
Requirimentos: iTunes 7.3.0.54 (Você tem que usar esta versão para desbloquear iPhone. Você pode fazer o upgrade para a nova versão depois disso), modelos iPhone 8GB or 4GB;
OS: Windows or Mac OS X; Download versão Windows
Outras formas de desbloquear iPhone
1. Hack/desbloqueio completo iPhone usando um Turbo SIM Card ($80 para um SIM em branco): Link
2. iPhone desbloqueio para uso na Europa (um SIM leitor/escritor, um SilverCard smart card e V1Comp SIM necessários): Link
3. Usando um SIM antigo da Cingular(operadora de celular EUA) no iPhone e fazer-lo funcionar no Mac: Link
Acabando literalmente com anos de especulações talvez do produto mais intenso seguido na história da Apple — o iPhone foi lançado no dia 29 de Junho de 2007 nos Estados Unidos. Sim, está dito: o “iPhone,” um dos produtos mais esperados do mercado mundial desenvolvidos por Steve Jobs foi colocado no mercado.
As especificações do dispositivo é de 11.6 milímetros (que é o bem fino, pela maneira) inclue 3.5-inch 480 x 320 de polegada touchscreen ecrã com sustentação multi-táctil e com um sensor de proximidade que desliga a tela quando está perto de sua cara, câmera de 2 megapixel, 4GB ou 8GB de armazenamento, Bluetooth 2.0 com EDR e A2DP, WiFi que conecta automaticamente quando conecxão disponível, e rádio para GSM quad-band com BORDA. Talvez o mais surpreendente, embora, de alguma forma ele funciona em modo OS X (programa da Apple) com sustentação para Widgets, Google Mapas, e Safari(navegador de internet do Mac), e iTunes (naturalmente) e com o CoverFlow. Uma parceria com o Yahoo permitirá que todos os clientes do iPhone tenham acesso ao email livre do IMAP. Apple diz que a bateria tem 5 horas de vida para a conversa ou o usar vídeo, e com 16 horas cheias na modalidade de música — nenhuma palavra quanto ao tempo de espera ainda.
O iPhone 4GB saiu nos E.U.A com o exclusivo provedor chamado AT&T no valor de $499 em um contrato dois anos, 8GB preço de $599. Distribuido para a Europa no quarto quarto do ano, Ásia em 2008. Nenhuma previsão ainda para o Brasil.
MATERIAL NECESSÁRIO 5 DIODOS 1N4148 1 CONECTOR PARALELO DB25 (MACHO) 1 PAD PADRÃO PSONE
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| Acompanhe na ilustração abaixo a posição dos pinos do conector DB-25 Corte o Conector do Cabo do Controle do PSONE. Descasque as pontas dos 7 fios. Em seguida solde os fios e os 5 diodos na posição mostrada na ilustração abaixo: As cores Originais da Fiação existente nos controles do PLAYSTATION são: (Verde, Marrom, Vermelho, Azul, Amarelo, Laranja e Preto) Observando a ilustração acima, Solde o FIO VERDE no pino 2 do conector DB25. O Fio Marrom no Pino 4, Os 5 diodos respectivamente nos pinos 5,67,8 e 9. Fio AZUL no pino 10, Fio AMARELO no pino 11, Fio LARANJA no pino 12 e o Fio PRETO num jumper que deve ser feito entre os pinos 20 e 21. Agora voce tem um controle de Playstation adaptado para utilizar em seu computador. O que vai necessitar agora são: O Emulador e um Driver para instalação de seu novo Controlador EMULADORES São programas que permitem emular num computador um console de videogame. Os melhores existentes no mercado são o EPSXe e O Virtual Station. Todos os emuladores necessitam de alguns arquivos importantes para funcionarem corretamente. São a Bios e os Plugins. Voce deverá copiar os puglins diretamente no site dos criadores dos emuladores, e procurar pela Bios em algum lugar na WEB pois ela não é fornecida com nenhum emulador e também não poderemos informar onde encontra-la. SITE PARA DOWNLOAD DE EMULADORES E PUGLINS
SITE PARA DOWNLOAD DO DRIVER DO CONTROLADOR | |